É engraçado quando uma geração movida pela diversão não tem contato ou sequer sabe o valor histórico do vinil e a influência que ele tem no que a indústria musical apresenta agora.
O toca discos propriamente dito surgiu da transição de um aparelho
feito para armazenar recados na empresa e ao longo das pesquisas de um
inventor, que queria transformar em algo para diversão, surgiu no final do
século XIX, em 1894, o gramaphone. No princípio se expandiu primeiro na Europa
e era usado para grava de tudo. Além de música, monólogos e recitais.
Nos Estados Unidos o equipamento coincidiu com um movimento
chamado Vaudeville, cujo a característica eram apresentações seguidas de vários
artistas: cantores, músicos, malabaristas, mágicos entre outros, que logo
fizeram seu repertório para ser gravado. Nessa época, as marchas e sons
militares, assim como a opera que exaltavam a potência da voz, se tornaram bem
populares. Então no início do século XX apareceram as primeiras gravadoras. E
assim começou o cenário musical a se profissionalizar e lançar tendências
criando um mundo em sua volta. Os aparelhos de jukebox se tornaram cada vez
mais comuns em bares e lanchonetes a partir de 1930. Armazenavam em média vinte
discos, que eram ouvida uma sequencia escolhida por aquele que o ativava com
uma moeda.
Exemplo de
vaudiville:
Design moderno de uma radiola |
fonte:
vinyl history
Discos de vinil